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Paços do Concelho
Iniciada a sua construção no início da década de 70 do século XIX, mediante projeto do Eng.º Jacinto Inácio de Brito Rebelo datado de 1869, veio a ser reformulado no final de 1890, pelo Prof. João da Maia Romão, sendo inaugurado a 25 de Outubro de 1897. Acolheu, até meados do século XX, diversas repartições públicas para além de Paços do Concelho: Cartório Notarial, Conservatória do Registo Civil e Predial, Fazenda Pública (Finanças) e Tribunal Judicial.Sofreu profundas obras de requalificação entre 1986 e 1993, sob um projeto da autoria do Arqt.º Eduardo Costa Ferreira.Ostenta na sua fachada uma pedra de armas, datada de 1897, com as Armas Reais de Portugal do reinado de D. Carlos (1889-1908).
Cineteatro Alba
Projetado em Maio de 1945 pelo Arqt.º Júlio José de Brito para no mesmo local substituir o velho Teatro Albergariense, por vontade do Comendador Augusto Martins Pereira e seus filhos Américo e Albérico, este equipamento cultural foi inaugurado a 11 de Fevereiro de 1950, sendo à época considerado uma das melhores, mais modernas e mais luxuosas casas de espetáculos de todo o país.Adquirido pela autarquia à família Martins Pereira em 1995, foi posteriormente alvo de profundas obras de requalificação sob projeto do Arqt.º Rui Rosmaninho, sendo reinaugurado a 27 de Abril de 2012.Por aqui passaram quase todos os nomes maiores da música, teatro e dança do país, bem como os principais filmes, ao longo de mais de meio século.
Chalet Família Vidal
O Chalet da Família Vidal situa-se na Praça Ferreira Tavares, no centro da cidade.A obra de arquitetura é simples no traçado mas cativante, avultando no corpo avançado um elegante desenvolvimento de linhas, em que se destaca um conjunto de três janelas emolduradas em recorte de granito. Este Chalet terá sido da autoria de Viriato Vidal.As pinturas, que se observam na fachada do corpo recuado, eram originalmente pintadas com temática de flores e nenúfares em que se movimentam gansos brancos; no entanto, foi repintada em 1991, sem a força original.
Mercado Municipal
O Mercado Municipal foi projetado, em 1958, pelo Arquiteto Jorge Gigante tendo entrado em funcionamento apenas na década de 70.Face à sua degradação tornou-se imperativo proceder à sua requalificação por forma a conceder-lhe novas funcionalidades.O projeto de requalificação, do Arquiteto Luís Tavares Pereira do Gabinete Ainda Arquitectura, culminou com a inauguração em 2018. Visou a valorização do edifício original do mercado e a qualificação do espaço envolvente, reinterpretando a tipologia de mercado e criando um grande centro criativo de mostra e divulgação de produtos, atividades e ideias.
Lápide Rainha D. Teresa
Lápide do século XVII em calcário originalmente existente na fachada do Real Hospital de Albergaria. Com a demolição deste edifício, para aí ser construído o Palacete da Boa Vista, foi guardada para servir de primeira peça de um futuro museu. Desde meados do século XX encontra-se exposta ao cimo da escadaria dos Paços do Concelho.
Sede Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha e Valmaior – Antiga Escola Conde de Ferreira
Construída em 1869 com a designação de Escola Conde de Ferreira, localizava-se junto ao edifício dos Paços do Concelho e Tribunal, razão pela qual ficou popularmente conhecida por "Escola do Tribunal".A sua construção deve-se ao benemérito Joaquim Ferreira dos Santos, Conde de Ferreira, que por disposição testamentária destinou, entre outros, fundos para a construção de cento e vinte (120) escolas de ambos os sexos, em vilas, cabeças de concelho, um pouco por todo o país, incluindo habitações para professores.Terminadas as funções pedagógicas, foi este edifício transformado em sede da Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha, tendo sofrido profundas obras em 2002, sob projeto do Arqt.º Eduardo Costa Ferreira, albergando temporariamente a biblioteca municipal.
Arquivo Municipal Antiga Cadeia da Comarca
Inicialmente concebido para Cadeia da Comarca de Albergaria-a-Velha, começou a ser construído em 1901, ficando as suas obras concluídas em 1906, sendo que a 10 de Março desse ano foram para aqui transferidos os presos da velha cadeia, desempenhando estas funções até 1974. Continuou o 1.º piso como residência dos antigos carcereiros até 1983, enquanto o rés-do-chão albergou durante algum tempo famílias retornadas de África.Seguiu-se uma requalificação sob orientação do Eng.º Carlos Moura, visando a adaptação a Paços do Concelho, função que teve entre 1986 a 1993, altura em que decorriam obras no edifício dos Paços do concelho, após as quais foi aqui instalada, no Rés do Chão, a escola básica de 1º Ciclo Proveniente da antiga Escola Conde de Ferreira e, no primeiro andar, a sede de Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha. Sofreu obras de adaptação às funções do Arquivo Municipal concluídas em 2006, sob projeto do Arqt.º. Eduardo Costa Ferreira.Ostenta no frontão da fachada principal as Armas Reais de Portugal do reinado de D. Carlos (1889-1908).
Casa e Capela de Santo António
Solar mandado edificar na década de 30 do século XVIII pelo Capitão Dr. João Ferreira da Cruz, tem anexada a capela edificada em 1750. Nas décadas de 60 a 80 do século XX foi indústria de confeção têxtil sendo atualmente residência sénior. A Casa de Santo António apresenta dois pisos, e fachada dividida por pilastras, que definem três corpos distintos - casa, portão aberto para pátio e capela. Foi classificada como Monumento de Interesse Público em 21 de Fevereiro de 2014.
Estação Caminho-de-ferro
A linha de caminho de ferro foi inaugurada no dia 23 de Novembro de 1908, pelo Rei D. Manuel II, mas apenas no troço que ligava Espinho a Oliveira de Azeméis.A 10 de Fevereiro de 1910 é inaugurada a Linha do Vale do Vouga até ao centro da Vila.
Casa Dr. António de Pinho
Casa datada de 1915 mandada edificar pelo Dr. António Fortunato de Pinho para sua residência e escritório. Casa em estilo Arte Nova, projeto de autoria de Francisco Augusto da Silva Rocha, um dos principais arquitetos de Arte Nova da Região de Aveiro.
Palacete e Castelo da Boa Vista - Biblioteca Municipal
Edifício mandado construir no final do século XIX por João Patrício Álvares Ferreira, para sua residência de férias, foi inaugurada em 1900 e é uma obra do arquiteto Joaquim António Vieira. Foi requalificada em 2013 sendo então demolido todo o seu interior, para aí ser construída a Biblioteca Municipal, reconstruindo a sala das 4 estações onde podem ser vistas pinturas de Domingos Costa datadas de 1910 e dois tetos originais em estuque.
Escola Adães Bermudes
A Escola Adães Bermudes, e popularmente conhecida por Escola da Rua de Cima e mais tarde por “Escola do Pinheiro”, designações que esta artéria tomava na zona onde se encontrava edificada, num trecho da Estrada Real n.º 10.Era destinada aos alunos do sexo masculino e ficou concluída em 1902. Teve por autor o Arquiteto Adães Bermudes (1864-1948).
Casa do Outeiro ou da Rua de cima
A "Casa do Outeiro ou da Rua de Cima" situa-se na Rua Dr. Alexandre de Albuquerque e remonta à primeira metade do século do século XVIII, altura em que Mathias Álvares Ferreira a terá mandado edificar.Este edifício possui um Brasão de Armas de Marcelino Raimundo Tavares da Silva de Araújo de Albuquerque. Séc. XIX.
Casa da Fonte
A "Casa da Fonte" terá sido mandada edificar por Manoel Luiz Ferreira, na década de 50 do século XVIII e encontra-se situada na Rua Engenheiro Duarte Pacheco.Segundo A. Nogueira Gonçalves "alinham-se na fachada principal quatro janelas e uma sacada medieval; as vergas são curvas, os aventais retangulares e ornados de dois florões cada um. A fachada da direita segue o mesmo tipo. Dá-lhe acesso um pequeno portal destacado, com pilastras, entabelamento, remate de volutas a sustentar cruz terminal", portal esse, datado de 1759. Nos finais do século XX dá-se a passagem da "Casa da Fonte" para a família Lopes.
Casa do Mouro
Situa-se na esquina da Rua Dr. Alexandre Albuquerque com a Rua Dr. José Henriques Ferreira. A "Casa do Mouro" foi mandada edificar na década de 60 do século XVIII, pelos irmãos Francisco e José Dias de Oliveira. O nome da casa advém de um mouro que naquele local vivera em época mais remota, com fama de Santo e milagroso. Relativamente à descrição da casa, segundo A. Nogueira Gonçalves, "são quatro os vãos da fachada principal, aos quais se segue o grande portão de entrada; mas na outra só três. Nem todas as aberturas conservam o antigo caráter. As vergas são curvas tanto num como noutro piso; os aventais das janelas, pouco desenvolvidos, recortam-se a simular duas singelas aletas opostas; a bacia das sacadas é feita de simples molduras que se ligam às padeiras das aberturas baixas."A sua utilização atual é residencial.
Casa da "Calçada"
A "Casa da Calçada", palacete do século XIX, mandado edificar no ano de 1866, pelo Comendador José Luiz Ferreira Tavares, situa-se no Largo Conselheiro Alexandre de Sousa e Melo.
Casa Viriato da Silva Vidal
A Casa Viriato Vidal situa-se nas Ruas de Mártires da Liberdade e na Rua Almirante Reis no centro da cidade de Albergaria-a-Velha.A sua construção remonta ao século XX. Mandada edificar por Viriato da Silva Vidal em 1909 e terminada em 1911. É um exemplar que se insere na arquitetura Neo-árabe.
Casa José Pereira Lima
A casa José Pereira Lima situa-se na Rua de Santo António no centro da cidade. Edifício do séc. XX, mandada edificar em 1901 por José Pereira Lima.
Casa da Praça
A Casa da Praça ou Casa de António Nunes Ferreira localiza-se na Praça da República dentro da zona histórica da Vila de Angeja. É um projeto de Carlos Augusto José Mendes e teve a sua construção iniciada em 1907.Esta casa foi alvo de muitas obras, todas elas inacabadas, que alteraram muito a morfologia e linguagem arquitetónica do edifício, restando poucos elementos. Atualmente é o Centro Social e Paroquial de Angeja.
Pelourinho de Angeja
Constitui um marco histórico-cultural importante e localiza-se na Praça da Republica, no centro cívico da vila. Angeja teve foral de D. Manuel em 1514. O exemplar que hoje conhecemos, original do século XVI, integra-se nos dominados pelourinhos de bloco, elevando-se sobre dois degraus. Tem uma plataforma paralelepipédica e na base da coluna exibe-se a data de 1902 (data em que foi restaurado). O fuste cilíndrico apresenta capitel em anel, o remate é formado por um bloco quadrangular com friso nas extremidades e decorado nas suas faces com as armas nacionais, o brasão de Angeja e a esfera armilar encimada pela cruz de Cristo. Imóvel de Interesse Público desde 1933.
Junta de Freguesia da Branca - Antiga escola primária
Este edifício foi outrora a antiga e única Escola Primária da freguesia da Branca. A sua construção remonta a década de 80 do século XIX.De planta quadrada com pátio interior, é única no concelho de Albergaria-a-Velha com esta tipologia arquitetónica.Nos últimos anos foi adaptada para finalidades diferentes, tendo servido de Sede de várias Associações Culturais e Sociais, além de Sede da Junta de Freguesia.
Quinta do Outeiro
Localiza-se no Lugar do Outeiro na Freguesia da Branca.A Casa da Quinta do Outeiro foi mandada edificar pelo Dr. António José Pereira Pinto nos meados do século XIX. Com planta em forma de "U", foi construída em três blocos e em etapas diferentes. Atualmente mantém a função de habitação sendo uma casa de veraneio. No entanto, foi no segundo bloco, que correspondia aos currais e casa de alfaias agrícolas, referido anteriormente, que se realizou uma intervenção urbanística, transformando-o num espaço de realização de eventos.
Vila Francelina
A casa da Vila Francelina, de 1912, tem como fundamento principal os elementos Arte Nova e Art Déco. Ernest Korrodi é o arquiteto desta obra. O imóvel foi classificado como de interesse municipal em 2011.
Pelourinho de Frossos
Constitui um marco histórico-cultural importante e localiza-se no Largo do Pelourinho. Remonta ao século XVI e é executado em calcário, composto de fuste prismático com base ática e capitel dórico onde assenta um paralelepípedo simples que ostenta numa das faces as armas reais portuguesas incompletas e no lado oposto um escudo liso, estando as restantes faces desadornadas. É encimado por um ferro, do qual sai da parte inferior uma cruzeta de extremidades pontiagudas e levantadas.O baseamento que o suporta é atual. Imóvel de Interesse Público desde 1933
Casa de Fontes
A casa de Fontes, datada de 1873, foi mandada edificar pelo Dr. João Eduardo Nogueira e Melo, advogado e Presidente da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha. Localiza-se na Rua da Capela, no Lugar de Fontes, na freguesia de Alquerubim. Em 1987, foi alvo de um projeto de remodelação com a finalidade de adaptação do edifício a Turismo de Habitação. O projeto respeitou o mais possível a traça arquitetónica.
Quinta da Fontoura
Quinta da Fontoura situa-se na freguesia de Alquerubim entre Águeda e Albergaria-a-Velha, no lugar de Beduído, entre campos de cultivo e as margens do rio Vouga. Pertença da família desde o século XIX, é conhecida pela sua nascente de água pura, a água de S. Brás, padroeiro do lugar, que abastece a quinta, amigos e fonte pública, o que lhe deu o nome.
Fábrica Alba
A Fábrica Alba é um espólio metalúrgico marcante no progresso do Concelho.Fundada pelo Comendador Augusto Martins Pereira em 1921.Fábrica Alba
Fábrica de Papel de Valmaior (1872-1999)
A fábrica de papel de Valmaior foi construída, por dois irmãos, José Luiz Ferreira Tavares e Manuel Luiz Ferreira em sociedade com o Eng.º Tellier em 1872. Foi uma das primeiras empresas industriais a instalarem-se no Concelho, com a mais moderna maquinaria existente na Europa. Dois anos após o início de atividade, já empregava 120 trabalhadores, que transformavam caruma e serradura de pinheiro em papel, que depois era utilizado em diversas publicações periódicas e jornais, como O Século.Em 1882 foi vendida a Henry Burnay & C.ª.Em 1889 foi vendida à Companhia do Papel do Prado.Em 1999 a fábrica fechou portas .
Companhia de Celulose do Caima
“The Caima Timber Estate and Wood Pulp Company Limited” foi fundada em 1888 por famílias inglesas. No ano seguinte, 1889, esta família adquire a Quinta do Carvalhal, localizada nas margens do Rio Caima (propriedade do diretor das Minas do Palhal, William Cruikshank). Edificava-se assim, a primeira fábrica de produção de pasta química em Portugal. Em meados do século XX a multinacional anglo-americana Hibstock Jhonson Breaks adquire a fábrica. Em 1960 construiu-se a segunda fábrica, em Constância, tornando-se pioneira a nível mundial. No ano 1993 encerrou portas.
Vilarinho de S. Roque - Aldeia de Portugal
A água do rio Fílveda, a encosta e a densa vegetação são marcas de Vilarinho de S. Roque, classificada como Aldeia de Portugal. A beleza contagiante do local advém em boa parte do enquadramento natural, mas há também muito património para descobrir, entre a antiga Escola Primária, a Capela de S. Roque, os moinhos e o açude do rio Fílveda, as casa rurais, os canastros, o lavadouro e as alminhas erigidas junto dos caminhos. Com uma paisagem marcada pela localização, entre a serra do Arestal, o rio Fílveda, do qual possui uma cascata, e o vale encaixado, são também marcas de Vilarinho de São Roque a agricultura em socalcos, e uma mancha florestal pontuada por eucaliptos e pinheiros. Aliás, toda a história do local, cuja primeira referencia data do século XVI, está ligada ao rio, aos moinhos de água para moer o milho e às florestas verdejantes. Todas as tradições da aldeia passam pela ruralidade e cultura popular, aqui bem preservadas.
Pateira de Frossos
Localizada em pleno Baixo Vouga Lagunar, a Pateira de Frossos apresenta uma biodiversidade típica do sistema lagunar da Ria de Aveiro, que se sustenta na complexidade geográfica e hidrográfica da sua rede intrincada de canais. Com uma paisagem singular de elevada importância para as aves migratórias, a Pateira de Frossos destaca-se pela sua grande diversidade e valor ecológico, que é imperativo conhecer, proteger, divulgar e preservar. Os terrenos agrícolas que a compõem formam um complexo mosaico agrícola que abriga um vasto património natural de beleza singular. Neste ecossistema de água doce, rico em avifauna, podemos encontrar uma variedade impressionante de espécies, tais como a garça-branca-pequena (Egretta garzetta), a garça-vermelha (Ardea purpurea), a garça-real (Ardea cinerea), o tartaranhão-ruivo-dos-pauis, também conhecido como águia-sapeira (Circus aeruginosus), a águia-pesqueira (Pandion haliaetus), o tartaranhão-azulado (Circus cyaneus), o pica-pau-malhado (Dendrocopos major), a galinha-d’água (Gallinula chloropus), o colhereiro (Platalea leucorodia), a felosa-unicolor (Locustella luscinioides), e o guarda-rios (Alcedo atthis). Destacam-se ainda outras espécies, tais como o morcego-hortelão (Eptesicus serotinus), a lampreia (Petromyzon marinus), a enguia (Anguilla anguilla), a rã-focinho-ponteagudo (Discoglossus galganoi), o lagarto-de-água (Lacerta schreiberi), a lontra (Lutra lutra), o texugo (Meles meles), o raposo (Vulpes vulpes), o salgueiro (Salix alba), o amieiro (Alnus glutinosa), entre outras.
Paisagem de Bocage
Junto à zona da Pateira de Frossos, desenha-se uma extensa zona da chamada paisagem de “Bocage” que é limitada pelo concelho da Murtosa a Noroeste. Esta paisagem é caracterizada pela divisão do espaço rural em pequenos “talhões” agrícolas delimitados por sebes de várias espécies arbóreas como os Salgueiros (Salix sp.), Amieiros (Alnus glutinosa) e Carvalhos (Quercus robur) e arbustivas, como os Sabugueiros (Sambucus nigra), e ainda por valas que podem ou não conduzir água. O que torna o Bocage tão especial em termos ecológicos é a sua multiplicidade de habitats: o facto de existirem, no mesmo local, espaços agrícolas, florestais e aquáticos, proporciona aos seres vivos uma variedade de condições ambientais, como de alimentação e refúgio, que por sua vez atrai um conjunto maior e mais diverso de espécies de quase todos os grupos. Para aqueles que se aventurarem a explorar o Bocage, esta é uma paisagem de beleza singular, que proporciona passeios em ambiente rural com um inconfundível cheiro a maresia devido à proximidade da Ria de Aveiro e das praias, e que é prova do impacto positivo que os espaços rurais tradicionais podem ter sobre a biodiversidade.
Monte e Capela da Nossa Senhora do Socorro
Casa Vila Maria
Localiza-se na rua Comendador Augusto Martins Pereira no centro da Vila de Frossos.A Casa "Vila Maria" data do século XX.Este edifício possui um Brasão de Armas do Cap. José Soares Aranha Brandão. Séc. XVIII, que pertenceu a uma casa que existiu no mesmo local.
Casa da Quinta das Vinhas
Localiza-se na rua Comendador Augusto Martins Pereira no centro da Vila de Frossos.Esta casa de 1922 é da autoria do projetista Jaime Inácio dos Santos.
Casa Velha
Edificada no interior da Quinta do Caima, na freguesia de Branca, em Albergaria-a-Velha, nos finais do século XIX, estando integrada no antigo complexo industrial da Fábrica do Caima, que procedia ao fabrico de pasta de papel.O edifício integra-se no espaço da quinta, onde foram edificadas outras treze habitações, destinadas a vários colaboradores da fábrica. Categoria de Proteção - Classificado como MIM - Monumento de Interesse MunicipalEdital n.º 845/2016, DR, 2.ª série, n.º 175, de 12-09-2016
Casa de Hóspedes
Situada na Quinta do Caima, na freguesia de Branca, em Albergaria-a-Velha, a Casa de Hóspedes foi construída entre os finais do século XIX e inícios do século XX nas imediações da Fábrica do Caima, que procedia ao fabrico de pasta de papel. A moradia servia para albergar os técnicos especializados estrangeiros, que visitavam temporariamente as instalações da fábrica, bem como os membros diretivos da firma proprietária que habitava, fora da região circundante.O edifício integra-se no espaço da quinta, onde foram edificadas outras treze habitações, destinadas a vários colaboradores da fábrica formando um complexo habitacional, rodeado por uma área de bosque murada. Categoria de Proteção - Classificado como MIM - Monumento de Interesse MunicipalEdital n.º 846/2016, DR, 2.ª série, n.º 175, de 12-09-2016
Quinta das Relvas
Situado perto da Igreja Matriz de S. Vicente, este conjunto, casa e quinta, são do século XVIII e a sua história está intrinsecamente ligada à história da Freguesia da Branca. Aqui, realçamos a frontaria granítica, a casa de habitação e o fontanário situado nas traseiras da casa é o elemento mais importante do conjunto.